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quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Dissidentes cubanos se sentem 'traídos' com decisão de Barack Obama

Dissidentes cubanos se sentem traídos diante da decisão do presidente Barack Obama de encerrar cinco décadas de relações diplomáticas cortadas com o país caribenho. Os Estados Unidos contaram, durante a Guerra Fria, com colaboração de um pequeno grupo de oposição na ilha para manter um registro dos abusos aos direitos humanos. Os líderes dos contrários ao governo Castro, agora, sentem-se traídos e incertos sobre seu movimento, que enfurecia o governo e tem apoio limitado da opinião pública. Ao Reuters, a líder das Damas de Branco – um grupo católico que promove marchas de protesto todo domingo – Berta Soler afirmou que Obama cometeu um erro. "Isso irá beneficiar o governo cubano, fortalecendo e equipando sua máquina de repressão". O canal reaberto entre os EUA e Cuba leva incertezas quanto ao valor dos dissidentes no futuro para os norte-americanos. Apesar da insatisfação, alguns líderes dissidentes receberam bem a mudança de diretrizes. Foto: Reuters/Javier Galeano. Bahia Noticias.

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