PÁGINAS

domingo, 19 de outubro de 2014

Na hora da onça beber água a população precisa decidir sobre seu futuro

Por ANTONIO MASCARENHAS
Nos debates travados entre os candidatos à presidência da república, Dilma Rousseff e Aécio Neves, a tônica tem sido, infelizmente, a troca de acusações mútuas. Ao invés de apresentações de propostas, deveras tangíveis, que possam ser colocadas em prática a curto e médio prazos, os pleiteantes se preocupam, na quase totalidade do tempo, a desfechar torpedos. As grandes questões relacionadas à saúde, educação, segurança, mobilidade, inclusão social, não vem sendo debatidas a contento.  
Partindo do princípio engendrado por cada coordenação de campanha e que tem por premissa minar o adversário junto à opinião pública, deixando-o à deriva, fragilizado diante da frieza das urnas, cada um procura, a todo custo, utilizar desse expediente, esquecendo-se de que a população quer, na verdade, propostas que tenham por escopo o desenvolvimento. Embates à parte, é imperativo que a sociedade possa escolher uma representatividade que leve em consideração as diferenças regionais, o divisionismo socioeconômico e cultural, a incongruência na distribuição de renda, as divergências tributárias, e a aplicabilidade de recursos nos diversos rincões do pais, mesmo porque, não se pode conceber um pais que possa patrocinar privilégios em detrimento daqueles menos aquinhoados social e financeiramente. Direitos e garantias têm que ser ampliados. 

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