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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Em entrevista na Andaiá FM, Paulo Souto, respondeu a questionamentos sobre segurança, saúde, educação, ponte e pesquisas eleitorais

Por ANTONIO MASCARENHAS 
Logo após ter se encontrado, no heliporto da NATULAB, com o ex-prefeito Euvaldo Rosa, os candidatos a deputados estaduais Edson Diniz e Francisco Freire, o candidato ao governo do  Estado, Paulo Souto, ao lado de Joaci Goes (seu vice na chapa),  Gedel (postulante a uma vaga no senado), acompanhados de outras lideranças, dirigiu-se à Andaiá FM, onde concedeu entrevista, respondendo aos questionamentos formulados pelos repórteres Lélis Fernandes e Reginaldo Silva. 

No que concerne à segurança, defendeu a criação do SAC Segurança", que, segundo ele, tem por escopo promover a  desburocratização dos  serviços nessa área. No tocante ao tráfico de drogas, asseverou que, no seu governo,  dará apoio e criação do governo a  casas de recuperação, adiantando, ainda que dará condições à entidades sérias para o desenvolvimento de ações construtivistas. "Se temos entidades religiosas ou não, que fazem serviços eficientes eu acho que se deve apoiar para que elas ampliem e qualifiquem as atividades e isso pode  ser uma política vantajosa. Isso não exclui que o estado por ele mesmo possa realizar esse tipo de atendimento” 
Reportando-se, ainda, à questão da segurança, no tocante à repressão aos constantes assaltos a bancos, externou que pretende promover a  integração entre as policias Civil e Militar. "Umas das maneiras de fazer integração é criar grupos  especiais, forças tarefas que contem com as presenças simultâneas das polícias, Civil e Militar, Polícia Técnica, Órgãos de Inteligência e quando possível, contar também com o Ministério Público. Eu fiz isso no outro governo. Quero qualificar mais e fazer da Inteligência  uma arma poderosa para evitar que esses crimes sejam praticados". Discorrendo sobre a greve deflagrada pela polícia militar, ele foi enfático: "O que eles se queixam é que os compromissos são feitos e não cumpridos. A atitude seria ter tido uma negociação clara. Ter clareza no diálogo dizer o que pode o que não pode", asseverou. 
Ratificando promessa formulada no decorrer dessa campanha, declarou que abdicará do uso do helicóptero governamental: "Enquanto não for possível adquirir novos helicópteros, vou transferir o helicóptero que serve ao governador para uma das unidades que serão implantadas no interior, até que a Polícia compre novos aparelhos". 
Interpelado acerca do programa “Clik Bahia”, desenvolvido em seu governo, o postulante ao Palácio de Ondina, mais uma vez, não saiu pela tangente, ao explicitar: "Isso surgiu   do  caráter dramático que estamos assistimos nas questões de  saúde na Bahia. Ninguém suporta ficar 6 meses com exames na mão e não ser atendido. Ninguém suporta esperar dois anos por uma cirurgia eletiva.  Quero fazer o mais cedo possível. Estou assumindo o compromisso e quero fazer o mais rápido possível". 
Falou, também, sobre a situação das Santas Casas de Misericórdia: "Primeiro devemos aproveitar os espaços ociosos que o estado possui. Apoiar Santas Casas que tenham uma estrutura administrativa qualificada e apoiar os hospitais municipais que estão se fechando. Não podemos admitir que  as pessoas morram  e o estado assista isso passivamente". 
O postulante ao governo do Estado tem sido bastante taxativo no que concerne à educação no Estado. Respondendo a questionamento pertinente à  não criação de universidades federais durante seu governo, não saiu pela tangente ao dizer que tal competência era, como ainda o é, do governo federal: "Fizemos um esforço grande, quando foi criada a Universidade Federal do São Francisco por um deputado ligado ao nosso grupo político. Depois o Governo Federal criou essas universidades, o que é bom para a Bahia. No meu governo houve empenho, sim.  Promovi mecanismos com doações de áreas para implantação de unidades da UFRB, mostrando a nossa contribuição. É responsabilidade do governo do estado criar condições  para que a Universidades estaduais funcionem bem. Para que ampliem os cursos da universidades estaduais que são muito importantes". 
Ao esboçar sua opinião acerca do projeto da ponte Salvador _Ilha de Itaparica, propalado pela atual administração estadual, o candidato garantiu que, na verdade, a proposição tem que ser pensada com a aglutinação de recursos da iniciativa provada e públicos: “O que tenho dito é que na condição atual do estado, se depender de recursos do governo, haverá  dificuldades.  Não pretendendo barrar. Quero saber a que nível está. Se já tem um projeto básico concluído, se já tem um projeto executivo concluído e principalmente  qual o esquema financeiro que vai assegurar esse projeto recursos estão assegurados para o projeto” 
Instigado sobre o resultado das pesquisas, em que estariam indicando crescimento do principal candidato adversário, o postulante ao executivo estadual rebateu notícias propaladas nesse sentido, ao afirmar que algumas delas foram encomendadas por aliados  do atual governo. "Temos que esperar com muita tranquilidade é o resultado da eleição. O fato real é que estamos liderando desde o início da campanha política”. 
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