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quarta-feira, 9 de julho de 2014

Robinson defende estratégias para eleger Rui Costa ao governo baiano

A força da eleição nacional casada com a estadual, a boa avaliação do governo federal na Bahia, aliadas à visibilidade das obras executadas pelo governador Jaques Wagner (PT) na capital e no interior do estado, junto ao perfil de um candidato que se apresenta como o nome novo da disputa, são elementos que motivam a campanha do postulante do PT ao governo, Rui Costa.
Esse cenário é ilustrado pelo ex-secretário estadual de Comunicação e candidato a deputado federal nas eleições de outubro, Robinson Almeida (PT), que traduz o clima de confiança e aponta estratégias que devem ajudar no crescimento da campanha petista no estado.
O ex-titular que comandou a área de comunicação do governo nos últimos anos, minimiza as recentes pesquisas que colocaram os candidatos da oposição à frente do petista. Robinson destaca que somente após A Copa do Mundo de Futebol é que as pessoas estarão voltadas para as eleições, iniciando o gesto de observar o quadro eleitoral colocado.
Segundo o ex-secretário, existem três variáveis que vão influenciar no pleito estadual. “A primeira é que terá uma eleição para presidente da República junto com a de governador, e aqui nós vamos contar com a força da campanha de Dilma que é muito forte na região, sendo bem avaliada em todas as consultas feitas. Temos somado a isso, o carisma do ex-presidente Lula. Outros candidatos precisam ser puxados pela estadual, como Lídice da Mata (PSB) que precisa puxar Eduardo Campos (PSB) e Paulo Souto (DEM) com Aécio Neves (PSDB). No caso de Rui ele tem a vantagem”, diz.
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O ex-secretário de Comunicação sinaliza que uma das apostas da campanha será explorar as realizações do governo, como a mobilidade urbana. Rui já foi inclusive batizado por Wagner e Dilma como o “pai da mobilidade”, por ter viabilizado, enquanto secretário da Casa Civil, a transferência das obras do metrô para o governo do estado e os projetos, a exemplo dos viadutos no Imbuí, Narandiba, a Via Expressa. “A segunda é essa que o governo vai chegar de forma positiva com o pacote de obras, que englobam metrô, Copa, mobilidade. Além disso, tem as obras no interior do estado, como as estradas, os programas sociais. O próprio governador é uma variável importante”, enfatiza.

O desempenho de Rui é o terceiro ponto ressaltado por Robinson. Segundo ele, o candidato “encarna a novidade”. “Paulo Souto é um ex-governador e por ser conhecido por isso que sai na frente, mas não representa esperança, Lídice é conhecida também, mas a eleição deve polarizar entre Rui e Paulo. Caso ocorra um eventual segundo turno entre eles, há uma identificação dela conosco, e, se for ela quem chegar ao segundo, esse será também o caminho”, apontou.

Contudo, de acordo com o ex-secretário, a novidade deve prevalecer com o candidato que nunca concorreu à majoritária e tem o embasamento de um projeto nacional. “As pessoas não querem mudança radical, mas sim evolução nas conquistas que tiveram, com serviços públicos melhores, salários melhores”, citou. O petista exalta o ambiente depois da Convenção. “Foi um divisor de águas, sendo, em disparado, o maior fato político até agora nesta campanha. Estamos muito otimistas”, exaltou.

A presença da televisão e do rádio serão “instrumentos poderosos” para mostrar as propostas do candidato, conforme Robinson. Além disso, ele confia na influência dos prefeitos e lideranças das cidades pequenas. Entretanto, para o ex-titular de Wagner, os prefeitos das cidades maiores, não exercerão grande relevância no cenário. “Os prefeitos dos grandes centros não determinam a escolha da majoritária”, diz, minimizando o fato de os prefeitos de Feira de Santana, José Ronaldo, e de Salvador, ACM Neto, ambos do DEM, serem apontados como cabos eleitorais.Inserção foto arquivo TVSAJ. Por Lílian Machado. Tribuna da Bahia

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