PÁGINAS

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Justiça determina que testemunhas do caso Joaquim sejam ouvidas em setembro

A Justiça ouvirá as testemunhas de defesa e acusação de Guilherme Raymo Longo, padrasto de Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, nos dias 11 e 12 de setembro, datas definidas pela juíza Isabel Cristina Alonso dos Santos Bezerra, da 2ª Vara do Júri e das Execuções Criminais de Ribeirão Preto. O menino foi encontrado morto no rio Pardo em novembro, na cidade paulista. Longo está preso preventivamente na penitenciária de Tremembé e é considerado o principal suspeito pelo crime. O padrasto de Joaquim deve permanecer detido no Centro de Detenções Provisória de Serra Azul, segundo o advogado Antônio Carlos Oliveira, após quatro pedidos de liminar de habeas corpus negados pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Natália Mingoni Ponte, mãe do menino, foi presa em janeiro, mas está em liberdade devido a um habeas corpus. Ela também será ouvida pela Justiça. A promotoria acusa Guilherme Raymo Longo de matar Joaquim e jogar o corpo da criança no córrego Tanquinho, a cerca de 200 metros de distância de sua casa.Bahia Noticias

Nenhum comentário:

Postar um comentário