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terça-feira, 3 de junho de 2014

Sem novidades, CBF revela numeração completa da Copa

Neymar durante o amistoso entre Brasil e Austrália no estádio Mané Garrincha em Brasília Sem grandes novidades na formação do grupo que participará da Copa do Mundo, a seleção brasileira também não surpreendeu na numeração oficial dos atletas para o torneio, divulgada na tarde desta segunda-feira, enquanto a equipe treinava no gramado do Estádio Serra Dourada, em Goiânia, para o amistoso contra o Panamá, na tarde de terça. A única troca significativa foi o número de Paulinho, titular da equipe, que passará a vestir a camisa 8 (na Copa das Confederações, usou a 18, que ficará com Hernanes, seu reserva). O goleiro Júlio César será o camisa 12, como de costume – mesmo sendo o titular da posição, ele prefere esse número (Jefferson fica com a 1).
Mesmo sendo o volante de contenção preferido pelo técnico Luiz Felipe Scolari, Luiz Gustavo preferiu manter o número 17, que vem usando desde o ano passado. Fernandinho será o 5. Neymar, é claro, vestirá a camisa 10, número que adotou há exatamente um ano, no amistoso com a Inglaterra, no Maracanã. A CBF também divulgou os nomes que aparecerão nas camisas dos jogadores. O principal jogador do time manteve a preferência por "Neymar Jr". Thiago Silva aparecerá como "T Silva" e Luís Gustavo, como "L Gustavo". A seleção estreia no dia 12, contra a Croácia, em São Paulo. Antes disso, faz os dois amistosos de preparação contra Panamá e contra a Sérvia, na sexta, na mesma cidade da abertura da Copa, só que no Estádio do Morumbi.
JOGADORES 1 - Jefferson, 2 - Dani Alves, 3 - T Silva, 4 - David Luiz, 5 - Fernandinho, 6 - Marcelo, 7 - Hulk, 8 - Paulinho, 9 - Fred, 10 - Neymar Jr, 11 - Oscar, 12 - Julio Cesar, 13 - Dante, 14 - Maxwell, 15 - Henrique, 16 - Ramires, 17 - L Gustavo, 18 - Hernanes, 19 - Willian, 20 - Bernard, 21 - Jô, 22 - Victor, 23 - Maicon
Felipão iniciou seu trabalho com um prazo incômodo: teria pouco mais de um ano para montar o grupo que disputará a Copa do Mundo. A missão era dificultada pelo fato de o antecessor ter deixado mais dúvidas do que certezas em seus dois anos no cargo. Pressionado pelo curto período que separava sua estreia, em fevereiro, na Inglaterra, e a estreia na Copa das Confederações, em junho, o técnico aproveitou ao máximo os sete amistosos marcados antes da competição. E ao contrário de Mano Menezes, que custava a reagir a problemas evidentes da equipe, Felipão não perdeu tempo - ensaiou diferentes formações e testou vários atletas, mas não demorou a sedimentar suas preferências e escolher seu time ideal. Em apenas quatro meses, tinha uma seleção pronta, um estilo de jogo bem definido e uma ideia clara para o futuro da seleção.


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