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terça-feira, 17 de junho de 2014

Comportamento depreciativo de parte da torcida, não reflete a essência da grande nação brasileira

Por ANTONIO MASCARENHAS
A grandiosidade de um povo é expressada com gestos e atitudes enobrecedoras, de maneira que manifestações depreciativas, inoportunas e inconsequentes, acabam nivelando, por baixo, toda uma nação. Acontece que muitas pessoas, quando reunidas, em ambientes públicos, ou até mesmo nas redes sociais tentam, a todo custo, deixar fluir toda uma carga negativa de emoções que não passam de desencontros comportamentais. Talvez Sigmund Freud, o célere psicanalista pudesse explicar de cátedra, a origem dessas expressões. 
E essas práticas estapafúrdias, infelizmente, acontecem nos estádios e não estão sendo diferentes  na maioria dos jogos da copa, na  medida em que determinados torcedores procuram execrar as equipes, apenas por figurarem no rol das que, efetivamente, têm chances de disputar o título dessa competição. Obviamente, todos têm direito às manifestações, por outro lado, seria de bom alvitre que tivéssemos uma postura de anfitriões, mesmo porque, sempre que nosso selecionado se apresenta em outros países, o respeito prevaleceu. 
Devemos acolher nossos irmãos, egressos de diversos rincões do continente, com respeito e dignidade. É imperativo que mostremos ao mundo, o que, de fato, somos. Posturas isoladas não refletem a pujança de um povo que se orgulha de sua hospitalidade. Que Messi, Cristiano Ronaldo, Fábregas, Iniesta, Múller, Kedira, Pirlo, Rooney, Alexis Sanches, também proporcionem espetáculos, ao lado de Neymar, Fred, Paulinho, William, Daniel Alves, Marcelo e tantos outros. 
Todas as equipes, independente da qualidade técnica, estão propensas, em determinadas partidas, a reveses, seja por infelicidade em determinados lances, seja por conta da desvantagem numérica em campo, motivada por expulsões ou em face da própria conjuntura da partida, a exemplo do que ocorreu nos dilatados resultados dos jogos envolvendo Espanha X Holanda e Portugal X Alemanha.  Obviamente, não podemos deixar que as emoções aflorem, por outro lado, é imperativo que procuremos mostrar o que, de fato, somos. No que tange à opção de Diego Costa por defender as cores da Espanha, é um direito de escolha dele, assim como o é dos demais atletas que defendem outros países nessa competição. Temos que torcer para que todos brilhem mas, que, no final do torneio, nossa seleção seja campeã. Inserção de imagens ilustrativas, Google. 

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