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domingo, 15 de junho de 2014

Ações da Secretaria de Agricultura, Comércio, Indústria e Meio Ambiente no Mercado da Farinha suscitam elogios: S.A.JESUS

Por ANTONIO MASCARENHAS

A Feira Livre de Santo Antonio de Jesus é o  local onde "deságua" parte substancial da produção agrícola do município. 
Dentre os segmentos desse importante espaço de negócios, o tradicional "mercado da farinha", situado no centro da  Praça Duque de Caxias, tem relevante importância no processo de desenvolvimento do município, principalmente no que concerne à comercialização de farinha e outros produtos derivados da mandioca, a exemplo de tapioca, beijus, etc. Lá também sempre foram comercializados outros produtos a exemplo de fumo de corda, cereais, bebidas, lanches e, até, móveis de fabricação artesanal.
Em que pese essa função mercadológica e social, o espaço sempre conviveu com problemas relacionados à segurança,  higiene, organização dos espaços, além de ensejar engarrafamentos na área contígua e periférica, em face a parada de caminhões que, apesar da efetuação de carga e descarga de produtos, permaneciam estacionados por longos períodos. Em que pese determinação de horários para estacionamentos, o descumprimento colocava por terra toda uma programação preconcebida.
A Secretaria de Agricultura, Comércio, Indústria e Meio Ambiente, sob o comando de José Carlos Toneto e coordenação da Diretora de Comércio e Indústria, Dra. Gilsonilda Correia, gestão Humberto Leite tem empreendido ações para a organização no local, buscando, num primeiro momento, atração da clientela, impulso à comercialização e, por conseguinte, satisfação dos comerciantes. A atuação da equipe de fiscalização que, antes de tudo, procura orientar clientes e comerciantes, tem sido bastante produtiva para a cristalização desse trabalho. Por iniciativa de Manoel, administrador do mercado, nesse ano, o espaço recebeu decoração com temática alusiva à realização da Copa do Mundo. 
Problemas, naturalmente, continuarão a existir, mesmo porque a cidade está crescendo. Ademais, com o crescente aumento de veículos nas ruas, gerando engarrafamentos, assim como a necessidade contínua de preservação do meio ambiente,  torna-se imperativa a necessidade de maior investimento em  educação para que, através de um processo paulatino de conscientização, contribuições sejam somatizadas em prol de uma sociedade, de fato, comprometida com o desenvolvimento. Que se continue cobrando dos governantes mas, também, que a sociedade faça sua parte, independente de convicções politicas ou interesses pecuniários.  Fotos Antonio Mascarenhas

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