PÁGINAS

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Preta Gil rejeita desculpas e flores do Pânico e ameaça processar Band


A cantora Preta Gil recusou um buquê de flores e um pedido de "desculpas" do Pânico na Band. Abordada anteontem (9) por Nicole Bahls e Matheus Mazzafera no aeroporto Santos Dumont, no Rio, Preta exigiu que o pedido de perdão venha de Emílio Surita, líder do grupo de humoristas, e Márvio Lúcio, o Carioca, por ter "mais representatividade". O material irá ao ar no próximo domingo.

A cantora deixou claro ainda que estuda um novo processo contra a Band e o programa. Reclamou que o humorístico está repetindo uma piada velha e sem graça sobre seu sobrepeso, o que já gerou uma demanda judicial. E pediu aos integrantes do Pânico para nunca mais falarem com ela.
O Pânico foi pedir "desculpas" porque, na edição do último domingo, o humorista Gui Santana tentou entregar a Preta Gil uma coleção de roupas masculinas, todas gigantes, afirmando que teriam pertencido ao apresentador André Marques. O ex-gordinho do Vídeo Show, atualmente no reality show Superstar, emagreceu mais de 50 quilos.
Preta não gostou da brincadeira, obviamente. No início, foi simpática e perguntou se o programa queria fazer as pazes. Depois, constrangida, recusou o "presente": "São roupas masculinas, que não fazem partem do meu manequim. Não vou aceitar porque não vou usar, tanta gente precisando, vamos dar para quem precisa. Esperava receber flores de vocês e um pedido de desculpas".
O Pânico aproveitou a "deixa" e ofereceu flores e um pedido de desculpas, mas Preta não as aceitou, alegando falta de representatividade de Nicole e Mazzafera. O programa agora analisa se irá envolver diretamente Emílio Surita e Márvio Lúcio.

Em 2008, Preta processou o Pânico, então na Rede TV!, após sentir-se ofendida com a edição de imagens em que tomava um "caldo" no mar. Na ocasião, o programa tentou "presenteá-la" com com ovo de Páscoa gigante.Por Daniel Castro. UOL
Nosso Comentário
Por ANTONIO MASCARENHAS
O Pânico tenta fazer graças com brincadeiras hipócritas, descabidas, no momento em que tenta descaracterizar as pessoas, através de quadros  que ferem a dignidade e a autoestima. Reputo que há outras maneiras de levar o telespectador ao riso, ao divertimento. Talvez o programa precise passar por uma "reciclagem" nas suas hostes diretivas. É preciso dar asas à criatividade, todavia, é imperioso que se respeite as pessoas. Direito de um termina quando começa o do  próximo. Trata-se de preceito constitucional.  que possam ser induzidas a fazer parte. Essa insistência em rotulações, tem feito com que o programa perca audiência e receba processos judiciais. Ninguém é gordo ou "feio" porque quer. De resto, torcer para que continuem efetuando o trabalho, todavia, respeitando as individualidades. 

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