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quinta-feira, 24 de abril de 2014

Defesa de Prisco estuda se irá recorrer no STF ou fazer sustentação oral em julgamento

A defesa do vereador Marco Prisco (PSDB) ainda não definiu o próximo passo após o Supremo Tribunal Federal (STF) negar o pedido de soltura na noite desta quarta-feira (23). De acordo com um membro do departamento jurídico que cuida do líder da Associação dos Praças (Aspra), mais dois advogados devem entrar no caso para "avaliar toda a situação". "Eles podem pedir a reconsideração do ato ou aguardar para fazer uma sustentação oral no julgamento do mérito", explicou Augusto Jr., em entrevista ao Bahia Notícias. Ainda de acordo com o defensor, a equipe está também em contato com o juiz Antônio Oswaldo Scarpa, da 17ª Vara Federal, que atendeu ao pedido do Ministério Público Federal na Bahia. "Vamos tentar fazer com que a prisão seja revogada, já que as razões utilizadas para prendê-lo não existem mais", argumentou Augusto Jr., que exemplificou: "não existe mais greve iminente, desordem na cidade, problemas com transportes urbanos. A ordem pública está mantida. Não tem porque ele estar preso". O advogado reiterou ainda que Prisco tem evitado banho de sol e só fica na cela. "Ele teme pela segurança. Mas já conseguimos levar umas frutas e os remédios que ele faz uso", finalizou. O habeas corpus requerido pela defesa do líder grevista da Polícia Militar da Bahia foi negado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski. O tucano foi detido na última sexta (18), por crimes contra segurança nacional, supostamente praticados no movimento paredista de 2012, conforme entendimento do MPF. A prisão preventiva é de 90 dias.

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