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terça-feira, 4 de março de 2014

Musas anônimas brilham na Sapucaí e são alvo de cantadas


Musas anônimas brilham na Sapucaí e são alvo de cantadas A trabalho, jovens dizem receber convites e gracejos no sambódromo. Avenida recebeu na segunda (3) as últimas seis escolas do Grupo Especial. Gabriel Barreira Do G1 Rio 15 comentários Lanne não só ouviu cantadas, como recebeu carta de um 'gringo' com direito a convite para jantar (Foto: Gabriel Barreira/G1) Lanne não só ouviu cantadas, como recebeu carta de um 'gringo'; com direito a convite para jantar (Foto: Gabriel Barreira/G1)

Ana Paula Moraes é torcedora da Grande Rio, mas em 2014 veio à Sapucaí a trabalho (Foto: Gabriel Barreira/G1)
Enquanto passistas, destaques e rainhas de bateria cruzam a Marquês de Sapucaí e deixam marmanjos babando, musas anônimas nos bastidores da Avenida chamam tanto a atenção quanto elas. As jovens, a trabalho durante os desfiles do Grupo Especial, que se encerraram nesta segunda (3), atraíram os olhares do público que foi assistir à apresentação das escolas de samba do Rio de Janeiro e receberam incontáveis cantadas. Lanne Lima foi trabalhar em um dos camarotes à beira da passarela. Segundo ela, no domingo (2), um turista não só se engraçou, como chegou a escrever uma carta com um convite para jantar no Copacabana Palace. Mas a salgueirense de 23 anos recusou a proposta. "Não vou de jeito nenhum", garantiu. 
Jéssica Fortes arranca suspiros da plateia no setor 11 (Foto: Gabriel Barreira/G1)Rafaella Dupas garante que, apesar dos gracejos, maioria dos rapazes é respeitoso (Foto: Gabriel Barreira/G1)Juliane Henriques, de 28 anos, trabalhou também na Jornada Mundial da Juventude. Lá, diferentemente da Sapucaí, escapou das cantadas (Foto: Gabriel Barreira/G1)Ao lado dela, a colega Ana Paula Moraes se dizia acostumada: "Faz parte". As amigas Ingridy da Costa e Tamiris Munhão também foram alvo dos "engraçadinhos". "Já disseram até que eu deveria ser proibida de sair de casa para não provocar os outros, vê se pode", afirmou Ingridy. Acostumada a trabalhar em eventos de grande porte, Juliane Henriques, de 28 anos, já passou pela Sapucaí, pelo Rock in Rio e pela Jornada Mundial da Juventude. "É normal ouvir cantadas, só na JMJ que não teve nenhuma", disse. Ana Paula Moraes é torcedora da Grande Rio, mas em 2014 veio à Sapucaí a trabalho (Foto: Gabriel Barreira/G1) Ana Paula Moraes é torcedora da Grande Rio, mas em 2014 foi à Sapucaí a trabalho (Foto: Gabriel Barreira/G1) Jéssica Fortes arranca suspiros da plateia no setor 11 (Foto: Gabriel Barreira/G1) Jéssica Fortes arranca suspiros da plateia no setor 11 (Foto: Gabriel Barreira/G1) Juliane Henriques, de 28 anos, trabalhou também na Jornada Mundial da Juventude. Lá, diferentemente da Sapucaí, escapou das cantadas (Foto: Gabriel Barreira/G1) Juliane Henriques, de 28 anos, trabalhou também na Jornada Mundial da Juventude.
Musas anônimas se espalham pelas dependências da Avenida (Foto: Gabriel Barreira/G1)Ingridy diz que cantadas são 'incontáveis' na Marquês de Sapucaí (Foto: Gabriel Barreira/G1)Lá, diferentemente da Sapucaí, escapou das cantadas (Foto: Gabriel Barreira/G1) Rafaella Dupas garante que, apesar dos gracejos, maioria dos rapazes é respeitoso (Foto: Gabriel Barreira/G1) Rafaella Dupas garante que, apesar dos gracejos, maioria dos rapazes a trata com respeito (Foto: Gabriel Barreira/G1) Ingridy diz que cantadas são 'incontáveis' na Marquês de Sapucaí (Foto: Gabriel Barreira/G1) Ingridy diz que cantadas são 'incontáveis' na Marquês de Sapucaí (Foto: Gabriel Barreira/G1) Musas anônimas se espalham pelas dependências da Avenida (Foto: Gabriel Barreira/G1) Musas anônimas se espalham pelas dependências da Avenida (Foto: Gabriel Barreira/G1)Globo

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