PÁGINAS

domingo, 12 de janeiro de 2014

No pretenso ápice da pirâmide existencial humana


Por ANTONIO MASCARENHAS

Do ápice da pirâmide existencial humana, ele bradava
E o fazia na "certeza" de que estaria, de fato, no apogeu
Tal qual um déspota, regozijava-se

Absorto em seus devaneios, "viajava"
E nessa "escalada", atropelava sua própria existência
Eivada de descaminhos

Não sabia ele que a suposta base não era sólida
E, "navegando" na sua pretensa superioridade
Acabou tornando-se "náufrago" no mar de suas ilusões

"Morto", viu que sua ostentação, na verdade, 
Não passava de ilusória concepção de que
Ostentava um poder que, na verdade, nunca existiu
OBS: inserção de imagem ilustrativa Google, em 12.01.14

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