PÁGINAS

domingo, 26 de janeiro de 2014

ADÃO NEGRO mostrou, na Festa dos Navegantes, em Jaguaripe-BA porque o reggae tem que continuar

Por ANTONIO MASCARENHAS
O reggae é, inexoravelmente, um ritmo com raízes africanas que mais têm conseguido aglutinar plateias às apresentações de bandas que trazem, no seu repertório essa vertente musical. Acontece que poucos grupos se debruçam a desenvolver um trabalho genuinamente voltado para esse segmento. 
A maioria executam, sim, algumas músicas em meio ao repertório escolhido para apresentações nos diversos rincões do país. A Banda Adão Negro, ao contrário, debruça-se totalmente nesse trabalho de reafirmação do reggae, em meio ao vastíssimo celeiro musical  que impera neste país, através de canções que realçam a luta contra a discriminação, a exclusão socioeconômica e social. 
Celeiro que, é bom que se frise, não é eivado de qualidade em todas suas vertentes. A Adão Negro dá, portanto, continuidade ao trabalho que frutificou na Jamaica através de Jimmy Clif e outros "monstros" da música local e semeou seguidores nos diversos rincões do planeta, a exemplo de Edson Gomes (Bahia) e, agora, através da Banda Adão Negro que  conta com a maestria de Edson Nunes, como baterista.
Apresentando-se, mais uma vez, em Jaguaripe, na noite desse sábado, 25, na abertura da festa dos navegantes, a banda mostrou porque é detentora de uma das agendas mais "lotadas" no cenário musical deste país. Terminada a apresentação, o vocalista atendeu aos fãs, posando para fotografias, para, logo após, participar de entrevista exclusiva 1a TVSAJ/Jornal Gazzeta.  Fotos Antonio Mascarenhas
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