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sábado, 7 de dezembro de 2013

DRS. DHAILTON MORAES (CTE) e ALAIN ALAN (BAMBUZAL), discorrem sobre processo licitatório do transporte coletivo urbano em S.A.JESUS

Por ANTONIO MASCARENHAS
DR. DHAILTON MORAES PAIVA, advogado, especialista em Juizado Especial Cívil, Causas cível, família, comercial, trabalhista, mandado de segurança, mantém seu escritório na Av. Barros e Almeida,em Santo Antonio de Jesus. Ele, ao lado de Dr. Alain Alan, representam a empresa Bambuzal no processo licitatório em prol da definição da nova empresa prestadora de serviço coletivo urbano, em S.A.de Jesus. Fala sobre os procedimentos inerentes à tramitação do processo, tecendo críticas relacionadas à, segundo ele, falta de informações de forma tempestiva, gerando problemas, felizmente contornados com lavratura de nova ata com as proposições feitas.  A comissão é séria, estando acima de suspeitas, todavia é imperativo que esse aprendizado sirva de exemplo para próximos certames. Imagens, entrevista, edição e texto, Antonio Mascarenhas. (www.tvsaj.com)
DR. ALAIN ALAN, advogado da Empresa Bambuzal, especialista em direito administrativo, professor universitário em Direito Administrativo e Constitucional em salvador, ex-procurador de Lauro de Freitas e ex-vice-procurador geral de Amélia Rodrigues. Fala sobre a alteração do Edital inerente ao processo licitatório do transporte coletivo urbano de S.A.Jesus. Discorre sobre o adiamento da licitação em face da alteração no edital, na sexta-feira, 29/11, gerando celeumas porque a maioria das empresas alegram não ter recebido comunicação. Em que pese a celeuma, parabenizou a decisão da Comissão de Licitações que, segundo ele, agradou a Gregos e "Baianos". Segundo ele, a Bambuzal, empresa que representa, sediada em Cruz das almas,  já tem experiência no ramo de atuação, inclusive prestando serviços em outras capitais. Garante que a empresa que representa, em logrando vencedora do processo licitatório, irá atender aos anseios da população prestando um servi;o de alta qualidade, atendendo princípios da segurança, modernidade e generalidade. Sobre novas "postergações", ou adiamentos Segundo ele, é natural que qualquer dos participantes da licitação possa entrar com recursos. De cada decisão da licitação é possível que seja feita nova reavaliação, de conformidade com o princípio da auto-tutela.  Imagens, entrevista, edição e texto, Antonio Mascarenhas (www.tvsaj.com)

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