sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

2011: abre-se uma nova década. Esperamos, de muitas realizações


Por ANTONIO MASCARENHAS
O ano de 2010 finaliza uma década em que foram registrados substanciais  avanços nas áreas de tecnologia, dentre elas, a de  tecnologia. Aumentou o número de acessos à internet e a telefonia celular ganhou mais recursos, facilitando o contato entre as pessoas. A medicina anuncia avanços com relação ao combate a alguns  tipos de câncer e a perspectiva  de solução para problemas de diabetes. O Brasil, na era Lula, também conseguiu vários avanços na área econômica, liquidando o débito junto ao  FMI  e obtendo superávit na balança comercial, além das conquistas na área social.
O governo Lula foi, sem sombra de dúvidas, o  governante que maior incentivo deu à inclusão social, no momento em que, através das conferências municipais, estaduais e nacionais, abriu espaço para  a formulação de propostas que acabaram fomentando a criação de leis e projetos relevantes, favorecendo, principalmente, as minorias, a exemplo dos portadores de deficiência física, idosos e indígenas. Graças a essa participação é que as classes menos favorecidas estão tendo a oportunidade de minorar a questão da falta de moradias e respeito preconizado pela constituição Federal, mediante a criação de estatutos pertinentes.  
Claro que muita coisa precisa mudar neste país, na educação, saúde, segurança e implemento ao esporte. Apesar dos esforços, a saúde, infelizmente, não atende aos interesses da população porque, em razão da remuneração de profissionais nessa área, há uma clara preferência, principalmente dos médicos, pelas clínicas particulares. Em que pese ações na área de educação, não há como comparar a qualidade do ensino público com relação ao privado. No que tange à segurança, apesar  dos esforços muita coisa precisa ser feita. Contingentes defasados, logística operacional  insuficiente fazem com que as forças policiais não atendam as demandas reinantes.
O Brasil sediará a Copa do Mundo em 2014 e terá que deixar os estádios e toda uma infraestrutura de hotelaria, transportes, segurança e comunicações à altura de países desenvolvidos. Paralelo a isso, é imperativo que tanto o governo federal como os gestores estaduais e municipais possam estabelecer dotações que dêem ao esporte o suporte mínimo necessário para que, a partir da base, mudanças possam ser surtidas.  No caso de Santo Antonio de Jesus,por exemplo, torna-se imperativo que o eminente Superintendente Hernane Mercês possa inferir junto ao Prefeito Euvaldo Rosa no que concerne a canalização de mais recursos para essa área. Parabenizamos as ações na área cultural, todavia, o apoio ao esporte ainda deixa a desejar.  
Não podemos conceber que quadra de esportes continuem carecendo de melhoramentos. A  da URBIS II, por exemplo  é detentora de uma iluminação horrível (Hernane nos confidenciou de que já acionou o governo do Estado para a substituição do sistema); A quadra de Esportes do ALTO DO MORRO nem trave tem (Faustino nos informou de que o Prefeito já autorizou a reforma). A da URBIS IIII está em péssimo estado. Enfim, o esporte pede clemência. Esporte que é proclamado, aos quatro cantos, de que é um dos instrumentos para tirar o jovem das drogas e da ociosidade.
Enfim, os problemas  (muitos deles, históricos) existem em todas as áreas, em todos os municípios deste país, entretanto, não é por estarmos acostumados com  essa postergação que temos que cruzar os braços. Longe disso, cumpre a todos nós cidadãos, descruzarmos os braços, estufarmos o peito em busca do exercício de cidadania. As cobranças, naturalmente, têm que ser feitas de forma racional, mediante o entendimento de que as administrações só podem gastar aquilo que tenha sido objeto de alocações pré-estabelecidas no PPA (Plano Pluri-Anual) mas que, para sua elaboração, há necessidade de participação da sociedade, estabelecendo as prioridades.

Nenhum comentário:

Postar um comentário