sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

AS 15 MAIORES DESCOBERTAS DA CIÊNCIA EM 2009

GRAVIDEZ DÁ TESÃO, ASSISTIR TV DEIXA A CRIANÇA IRRITADA, AMAMENTAR FAZ BEM PRO CORAÇÃO DA MÃE, CRIANÇA MUITO LIMPINHA PODE SER UM ADULTO MAIS DOENTE... VEJA O QUE OS CIENTISTAS E PESQUISADORES DESCOBRIRAM NESTE ANO QUE FACILITAM A VIDA DE SUA FAMÍLIA.
1. Excesso de higiene na infância faz mal na vida adulta
Estudo da Universidade Northwestern de Chicago, nos EUA, constatou que as crianças que se sujam na infância acabam se tornando adultos mais saudáveis e resistentes a doenças. Foram analisados os dados de um estudo realizado nas Filipinas com filhos de 3.327 mulheres, desde seu nascimento na década de 80 até a idade adulta. As crianças que se sujavam mais na infância tinham menos inflamações na vida adulta.
2. Cientistas criam ovário e esperma em laboratório
Esperma e ovário feitos a partir de célula tronco tornam possível criar uma vida através de meios totalmente artificiais. A descoberta foi feita por cientistas da realizada da Universidade de Stanford. Para conseguir que uma amostra de células tronco se transformasse em ovário e esperma, os cientistas descobriram um coquetel poderoso de vitaminas e substâncias químicas. A ideia dos pesquisadores é, num próximo passo, utilizar células do corpo da própria pessoa que doar as células. Assim, quando o óvulo fosse implantado, o corpo não rejeitaria. A descoberta pode levar à criação de um novo medicamento que trate a infertilidade, um problema que atinge um em cada seis casais.
3. Televisão deixa a criança agressiva
Segundo estudo feito no Reino Unido, assistir à TV deixa a criança mais propensa a ter reações como chutar e gritar. E quanto mais ela ficar diante da tela, pior será seu comportamento. Foram analisadas 3 mil mulheres com filhos de 3 anos, aproximadamente. O simples fato de ter uma televisão ligada, mesmo se a criança não estiver assistindo-a, já é suficiente para deixa-la agressiva.
4. Uma em cada cinco mulheres não tem orgasmo
Dor na relação sexual, dificuldade de penetração, insatisfação com o comportamento do parceiro e falta de excitação são os principais motivos que levam as mulheres a não atingir o clímax na cama. Segundo levantamento feito pela Secretaria de Estado da Saúde no Hospital Pérola Byington, uma em cada cinco mulheres que procuram o serviço não chega ao orgasmo nas relações sexuais. Foram analisados 455 atendimentos entre 2007 e 2008 e 18,2% das pacientes receberam diagnóstico de anorgasmia (quando há falta de orgasmo) e outras 5,2%, de inibição sexual generalizada, ou seja, não sentem desejo sexual, não se excitam durante as relações e não chegam ao orgasmo. O principal problema das pacientes foi simplesmente não ter desejo de transar, um distúrbio chamado de desejo sexual hipoativo, que acomete 48,5% das mulheres.
5. Gestação pode ser afrodisíaca
Pesquisa realizada pelo site Babycenter Brasil (brasil.babycenter.com) mostra que 55% das gestantes responderam que, em algum momento dos nove meses, sentiram mais vontade de fazer sexo do que antes de engravidar. Os dados mostram que as mulheres brasileiras se sentem sedutoras mesmo barrigudas e acreditam que maternidade e prazer sexual combinam, sim. 66% afirmaram que a vida sexual melhorou ou se manteve igual, e 29% assinalaram a alternativa de que os orgasmos ficaram mais intensos durante a gravidez.
6. Sanduíches de presunto podem causar câncer
O presunto, o bacon, o salame e outros tipos de carne processada aumentam o risco de câncer de intestino ao longo da vida em aproximadamente 20%, afirma pesquisa recente. Cientistas afirmam que, no Reino Unido, aproximadamente 3.700 casos de câncer de intestino poderiam ter sido prevenidos se todos comessem menos de 70g de carne processada por semana, o que equivale a três fatias fininhas de bacon.
7. Amamentar durante a vacinação diminui a dor do bebê
O bebê que mama no peito enquanto é vacinado sente menos a dor da injeção. É o que revela uma pesquisa feita na Jordânia, pela Universidade de Philadelphia, com crianças de até um ano de idade. No estudo, os bebês foram divididos em dois grupos de 60 crianças cada. No primeiro grupo os bebês foram embalados pelo colo da mãe, tiveram contato corporal e foram amamentados durante as injeções de imunização. Já o segundo grupo foi observado durante o processo de imunização nos centros de saúde sem nenhuma intervenção. A duração do choro dos bebês durante a imunização foi menor no grupo que recebeu o peito e o carinho da mãe do que no outro grupo.
8. Mãe "silencia" resto do seu cérebro para ouvir choro de bebê
Pesquisadores da Emory University, em Atlanta, EUA, descobriram que as mães desenvolveram a habilidade de diminuir o volume de todo o resto para detectar os chamados de seus filhotes. Em experiência feita com fêmeas de camundongo com filhotes e fêmeas virgens, verificou-se que, quando o filhote chorava, parte do cérebro responsável pela audição se “apagava”, no caso daquelas que eram mães, o que ajuda a reconhecer os chamados de um bebê mesmo que em um ambiente muito barulhento.
9. Crianças que preferem doce crescem mais rápido
Pesquisa da Universidade de Washington e do Monell Chemical Senses Center mostrou que crianças que preferem bebidas mais doces são as que crescem mais rápido. Mais de 140 meninos e meninas de 11 a 15 anos participaram do teste. Eles receberam seis bebidas, com conteúdo crescente de açúcar, e deram notas para elas. Os cientistas examinaram, então, amostras da urina em busca de um químico associado ao crescimento ósseo. A conclusão é que aqueles com maior preferência por doces tinham o maior nível dessa substância.
10. Comer nozes ajuda a prevenir o câncer de mama
Estudo da Marshall University School of Medicine mostrou que nozes podem ajudar a reduzir o risco de câncer de mama. A pesquisa foi feita com ratos que, quando alimentados com nozes, mostraram tumores menores e em menor quantidade. A explicação dos pesquisadores é que as nozes têm nutrientes que retardam o desenvolvimento do câncer, como ácidos graxos, ômega-3, antioxidantes e fitoesteróis.
11. Dar o peito faz bem para o coração
Um estudo realizado pelo governo americano sugere que mulheres que amamentam apresentam menor risco de sofrer de problemas cardíacos. E quanto maior o tempo de amamentação, maior é o benefício para a saúde da mãe e do filho. De acordo com uma das autoras do trabalho, Eleanor Bimla Schwartz, mulheres que amamentaram por mais de um ano apresentaram uma redução de 10% em seu risco cardíaco.
12. Refeições em família desenvolve o aprendizado das crianças
Dividir a mesa com pessoas queridas contribui para a saúde e alegria da população, estimula o desenvolvimento e aprendizagem das crianças e ainda melhora no vocabulário e no desempenho escolar. A pesquisa, feita pela Knorr, descobriu que para 93% das paulistanas, o jantar é o principal momento de conversa com os filhos, mas que a televisão é o principal obstáculo para a troca de experiências na hora da refeição.
13. Teste de DNA avisa por quanto tempo a mulher ainda pode ter filhos
Cientistas desenvolveram um teste de DNA que avisa mulheres a partir de 18 anos quanto tempo lhe resta para formar uma família. Através da monitoração de seu relógio biológico, o teste revela quantos óvulos capazes de serem fecundados ela ainda tem disponível – e avisa com antecedência caso a mulher esteja ficando infértil. Se o teste der positivo (ou seja: resta pouco tempo de fertilidade), ela poderá optar por ter filhos logo ou então congelar alguns óvulos para poder gerar uma criança mais pra frente.
14. Teste de paternidade pode ser feito em casa
Foi descoberto um teste de paternidade feito a partir de uma amostra da saliva da criança, do pai e da mãe (se não tiver a amostra da mãe, funciona também) e que já começou a ser vendida em farmácias dos EUA e do Reino Unido. É só mandar pelo correio para o laboratório e receber o resultado menos de uma semana depois, por e-mail, telefone ou correio.
15. Teste caseiro revela quais dias a mulher está fértil
Teste de fertilidade “Confirme Fertilidade” ajuda a mulher a saber quando está ovulando, a partir de uma substância que detecta na urina o aumento do hormônio LH (luteinizante), sinalizando assim o período de ovulação, com 99% de precisão sobre o período fértil. O teste pode ser feito por mulheres de todas as idades, em casa mesmo. O método é semelhante ao teste de gravidez. Uma tira deve ser colocada verticalmente dentro do recipiente que foi coletada a urina, por mais ou menos cinco segundos. Feito isso, a tira deverá ser colocada em uma superfície limpa, seca e não absorvente. O resultado, então, surgirá em cinco minutos.  Fonte Site Terra

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